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Vantagens do Sistema de Injeção Headspace para Cromatografia Gasosa

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O uso do injetor de headspace em cromatografia gasosa (GC) é uma técnica amplamente utilizada para a análise de compostos voláteis presentes em matrizes líquidas ou sólidas, porém, a premissa para a utilização desta técnica é que o analito de interesse deve ser volátil a temperaturas inferiores à 300°C. Essa abordagem apresenta vantagens significativas para indústrias farmacêuticas, alimentícias e químicas, permitindo resultados confiáveis e reprodutíveis.

A análise por headspace apresenta algumas vantagens frente aos injetores tradicionais, como:

  1. Preparação simplificada: Dispensa o uso de solventes adicionais, tornando o processo mais rápido e seguro;
  2. Análise de diversas matrizes: É capaz de analisar uma diversa gama de matrizes complexas sólidas, líquidas, pastas e gases, como sangue, urina e extratos;
  3. Eliminação de interferentes: Apenas os compostos voláteis são analisados, evitando a introdução de materiais não voláteis na coluna cromatográfica;
  4. Seletividade de componentes a serem analisados: O ajuste da temperatura do forno no headspace permite excluir seletivamente os componentes mais pesados da amostra, o que permite a programação e resfriamento do forno de forma mais rápida, levando à maior vida útil da coluna.
  5. Maior reprodutibilidade: Reduz o erro humano, especialmente em análises automatizadas;
  6. Preservação da coluna: Menor risco de contaminação, aumentando a vida útil do sistema e menor manutenção;

Algumas considerações são importantes para este tipo de técnica. O tipo de liner não é crítico para as análises, haja vista que com o headspace a amostra já chega na fase gasosa ao injetor. O importante, neste caso, é se atentar ao diâmetro interno do liner, pois, quanto maior o volume interno, mais a amostra se espalha e alarga o pico.

A temperatura do injetor também não é crítica neste modo de injeção. Como a amostra já se encontra em fase gasosa, o recomendado é que o injetor esteja em uma temperatura acima da linha de transferência ou da seringa, em torno de 150 a 200°C.

Já o modo de operação do fluxo do divisor split/splitless é um elemento bem crítico na injeção por headspace. Resumidamente, quando se trata de analitos concentrados, recomenda-se a utilização de split altos, como 1:50 ou 1:100; ao passo que para analitos diluídos, emprega-se proporções menores como 1:20 ou menos. Se mesmo assim não for possível detectar os mais diluídos, a opção é o modo splitless.

✅ E onde podemos aplicar este modo de injeção?? Confira as principais aplicações:

  • Determinação de solventes residuais em medicamentos e excipientes;
  • Análise de compostos aromáticos em alimentos e bebidas;
  • Avaliação de compostos voláteis em materiais e polímeros;
  • Investigação de contaminantes ambientais.

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